o que fazemos

Transformações no Lab

Sobre planos e ações em andamento

Um coletivo mobilizando a criatividade cidadã

Na BEM+ Laboratório Informal, atuamos como um espaço de coprodução. É principalmente sobre aprender colaborativamente em prol de uma comunicação que possibilite a sustentabilidades de ações transformadoras. Vem apoiar com a gente projetos de impacto social, ciência cidadã, comunicação popular e da economia solidária. 

Se você busca uma comunicação que transforma realidades, a BEM+ está pronta para construir essa jornada com você. 

Aprendizagem Comunitária
Parcerias
Comunicação Popular
Ciência Cidadã

Território da comunicação popular

Estúdio criativo na Biblioteca Engenho do Mato

Queremos ocupar duas salas na Biblioteca Engenho do Mato (BEM), em Niterói, com um estúdio criativo, onde jovens e professores do CIEP vizinho possam expressar suas ideias, desenvolver projetos especialmente voltados para podcasts e aprender habilidades de comunicação. Além da BEM, a ideia é articular uma rádio local, com uma programação para pontos estratégicos da vizinhança, como o posto médico de família, o posto de saúde, a escola e quem sabe alcançar os pontos de ônibus do bairro. 

IDEIA PARCIALMENTE FINANCIADA:

O projeto possui financiamento do Laboratório Informal via o edital da Economia Solidária, mas só para a aquisição de equipamentos e para pequenas obras de reparo e adaptação do espaço na Biblioteca Engenho do Mato (BEM).

Falta recurso para financiar um articulador-educador que possa agregar parceiros nessa transformação, alguém com habilidades para trabalhar com adolescentes das escolas vizinhas, professores, gestores da saúde local e que também tenha expertise em criação de conteúdo de rádio para a internet.

Estimamos que o projeto necessite de um financiamento adicional de cerca de 25 mil reais para cobrir 11 meses de operação. 

A ideia é colaborar também para um Fundo de Solidariedade da BEM, em apoio à manutenção do espaço como um todo e que possa auxiliar pessoas em situação vulnerabilizada ao redor da biblioteca. Estimamos um custo de 12 mil reais por ano. 

Conhece alguém que possa se interessar em apoiar? Entre em contato conosco!

Imagine o Engenho do Mato como um território de comunicação popular, onde a comunidade cria conteúdo sobre a riqueza cultural local, temas de saúde, de sustentabilidade, com a música local em podcasts que circulam pelo bairro, não só por redes sociais, mas em caixas de som chegando na escola, no posto de saúde e quem sabe até nos pontos de ônibus. Esse lugar vive o direito à comunicação.

Além da BEM e do Circulando Afetos, temos também o apoio do Programa de Oncobiologia, que está trazendo um conjunto de criadores de conteúdos como o Criar Brasil e a Rádio UFRJ, que em breve começa a transmitir em rádio fm. 

Território sustentável

Inovação cidadã com catadores e comerciantes

Estamos desenvolvendo uma iniciativa em parceria com a Ponto Org, voltada para promover a economia circular e fortalecer a inclusão social dos catadores de materiais recicláveis da região do Engenho do Mato, em Niterói. O objetivo é articular um sistema de coleta e reaproveitamento de resíduos sólidos junto aos comerciantes locais, começando com restaurantes e um postinho de saúde. Além de gerar renda para os catadores, buscamos sensibilizar a comunidade para a importância da gestão sustentável de resíduos e do consumo consciente.

IDEIA PARCIALMENTE FINANCIADA:

O projeto está em fase inicial de implementação. Já mapeamos restaurantes potenciais parceiros na geração de resíduos e estamos mobilizando os catadores com a Reciclashow, parceira local. O laboratório prevê investir com um triciclo e outros itens necessários para o transporte e a coleta seletiva.

Para dar continuidade e fortalecer o impacto da iniciativa, precisamos de estabelecimentos comerciais interessados em investir nos catadores e em material de comunicação para conscientizar a comunidade. 

Conhece alguém que possa se interessar em apoiar? Entre em contato conosco!

Nossa visão é transformar o Engenho do Mato em um exemplo de economia circular e cidadania ativa, onde catadores, comerciantes e moradores colaborem para reduzir o impacto ambiental e gerar valor para a comunidade. 

Com o Programa de Oncobiologia

Romper o silêncio sobre a ciência nos cuidados contra o câncer

A desinformação ainda é um grande obstáculo quando falamos sobre ciência e saúde no Brasil. Muitas pessoas rejeitam a ideia terraplanista, mas ao mesmo tempo acreditam que existem curas milagrosas para o câncer, escondidas por interesses econômicos. Essa mentalidade desvaloriza o trabalho sério de milhares de cientistas, que dedicam suas carreiras a entender e combater a doença. A extensão Populariza a Ciência Contra o Câncer, ligada ao Programa de Oncobiologia do IBqM-UFRJ, tem como objetivo aproximar a população do conhecimento científico, combatendo mitos e levando informação acessível sobre a prevenção e os tratamentos disponíveis.

PILOTO JÁ TESTADO:

O projeto teve um primeiro ano de experimentação. Com o apoio da Rádio UFRJ e da Criar Brasil, produzimos sete episódios do podcast Oncobiologia, abordando temas como prevenção, tratamentos e os desafios da pesquisa na área do câncer. O Laboratório Informal investiu cerca de R$ 3 mil na produção e na realização do Simpósio de Oncobiologia, evento que marcou o lançamento do podcast e reuniu especialistas e estudantes para discutir a importância da comunicação científica.

A continuidade do projeto depende agora da aprovação do projeto de extensão Populariza a Ciência Contra o Câncer na UFRJ. Para garantir a produção de novos episódios e ampliar o alcance da iniciativa, precisamos de recursos para remunerar a equipe de produção (locutor e editor) e bolsistas de extensão. O investimento estimado é de R$ 70 mil por ano para cobrir esses custos e expandir o impacto do projeto.

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Nosso objetivo é fazer com que a informação científica sobre o câncer chegue a mais pessoas, combatendo mitos e ampliando o acesso ao conhecimento de qualidade. Queremos criar uma ponte entre cientistas e a população, promovendo uma comunicação clara e acessível que valorize o trabalho da pesquisa e fortaleça a luta contra o câncer baseada em evidências.

Projeto para o futuro

Comunicação popular para uma alimentação consciente

O Movimento Comer pra quê? tem como objetivo promover a conscientização sobre práticas alimentares saudáveis entre os jovens brasileiros, incentivando uma relação mais crítica e informada com a alimentação.Por meio de uma abordagem participativa, queremos apoiar o movimento a ampliar a voz da juventude na discussão do tema e em sua comunicação popular para ampliar direitos.

PROJETO TESTADO MAS SEM CONTINUIDADE 

Com dois anos de parceria, já desenvolvemos com o Comer pra quê? a Produção de e-books, uma Conferência Livre Online com jovens de todo o país, a gestão de redes sociais com alto engajamento além de assessoria a extensionistas para atuarem na comunicação popular.

Para expandir e fortalecer o impacto do Comer pra quê?, buscamos um financiamento de R$ 40 mil destinado a:

  • Aprimorar a comunicação nas redes sociais: Desenvolver estratégias de engajamento e conteúdo de qualidade que dialoguem com os jovens sobre alimentação consciente.

  • Mobilizar extensionistas de diversas áreas: Integrar profissionais de diferentes campos para enriquecer as ações do projeto e alcançar um público mais amplo.

  • Formação de jovens adolescentes: Implementar programas educativos para estudantes do CIEP vizinho à Biblioteca Engenho do Mato, oferecendo bolsas de participação e incentivando o protagonismo juvenil.

Conhece alguém que possa se interessar em apoiar? Entre em contato conosco!

Nossa visão é engajar as juventudes na construção de uma cultura de alimentação consciente, onde os jovens sejam protagonistas na promoção de hábitos saudáveis e sustentáveis, contribuindo para uma sociedade mais informada e crítica em relação às suas escolhas alimentares.

 

Projeto para o futuro

Articular pontos de comunicação da economia solidária de Niterói

A comunicação sempre foi um desafio para os empreendimentos da Economia Solidária, e muitas iniciativas carecem de visibilidade e estratégias eficazes para se fortalecerem. Para enfrentar esse desafio, estamos em conversação ainda bastante preliminar. A ideia é ter uma experimentação junto à Feira de Economia Solidária de Itaipu, em articulação com o Fórum Estadual da Economia Solidária

NA DIMENSÃO DO SONHO

Atualmente, contamos com uma impressora de grande formato, capaz de produzir materiais de divulgação em papel A1. Isso abre possibilidades para ações de comunicação visual na cidade, como cartazes, lamb-lambs e sinalizações em espaços públicos, promovendo os empreendimentos da Economia Solidária de maneira mais acessível e descentralizada.

Para que essa iniciativa ganhe corpo, precisamos amadurecer os formatos de atuação e consolidar uma rede de comunicação comunitária. Algumas ideias que queremos desenvolver incluem:

  • Criar um modelo colaborativo de produção de materiais gráficos, onde feirantes e produtores possam ter acesso a impressões para suas divulgações.
  • Articular a comunicação visual nos territórios, espalhando lamb-lambs e cartazes que fortaleçam a identidade da Economia Solidária na cidade.
  • Mobilizar comunicadores populares e jovens interessados, formando uma rede autogestionária de comunicação comunitária.
  • Construir pontes entre feirantes, consumidores e coletivos, incentivando trocas e estratégias compartilhadas para visibilidade dos empreendimentos.

Tudo isso ainda está na dimensão do sonho e da experimentação, um processo vivo e em construção. Mas já temos elementos concretos que podem impulsionar esse movimento, como a impressora de grande formato e o mapeamento do Fórum Municipal, que são ferramentas valiosas para dar os primeiros passos.

 

Conhece alguém que possa se interessar em apoiar? Entre em contato conosco!

Sonhamos com uma Economia Solidária mais visível, acessível e fortalecida pela comunicação popular. Queremos criar formas simples e autônomas de divulgar iniciativas locais, ocupando o espaço urbano e digital de maneira estratégica. Com organização, criatividade e articulação, podemos consolidar um modelo onde a comunicação seja uma ferramenta de fortalecimento comunitário, e não uma barreira para quem quer fazer diferente. 

Nossa comunidade só aumenta

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